quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

UE quer acabar com plástico não reciclável

Comissão Europeia apresenta projeto para reduzir o desperdício de embalagens a partir da reciclagem e do reuso. Proposta seria a fundação de uma nova economia do plástico.
China Importstopp für Plastikmüll (picture-alliance/dpa) Menos de 30% do plástico produzido na União Europeia é reciclado.
A Comissão Europeia, poder executivo da União Europeia (UE), apresentou nesta terça-feira (16/01) um projeto que prevê que, até 2030, todas as embalagens plásticas do bloco sejam recicláveis.
Anualmente a Europa produz 25 milhões de toneladas de plástico, mas menos de 30% desse montante é reciclado.
Outro problema são os microplásticos, que contaminam o ar, a água e as cadeias alimentares e cujas consequências para a saúde humana e dos animais ainda são desconhecidas.
"Se não mudarmos a forma com que produzimos e usamos plástico, em 2050 haverá mais plástico do que peixes no oceano", afirmou o primeiro vice-presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans. "A única solução a longo prazo é reduzir o desperdício de plástico a partir da reciclagem e do reuso."
Segundo a proposta da Comissão Europeia, até 2030 todas as embalagens plásticas em circulação no mercado da UE teriam que ser recicláveis. O uso de plásticos descartáveis também seria reduzido.
Microplásticos, que são encontrados em produtos como cosméticos e roupas, seriam severamente restringidos.
Além disso, o plano também impulsionaria o financiamento e investimento na produção de plásticos recicláveis mais amigáveis ao meio ambiente e na melhoria dos processos de reciclagem.
Agora o projeto da Comissão precisa ser aprovado tanto pelos governos dos países que compõem a UE quanto pelo Parlamento Europeu.
O objetivo da Comissão Europeia é fundar as bases para uma "nova economia do plástico" que, além de ser mais sustentável, geraria inovação, crescimento de empregos e ainda faria da Europa líder mundial de uma política de transição de plásticos.

domingo, 14 de janeiro de 2018

Busca pela felicidade está nos tornando infelizes, diz pianista que sobreviveu a abusos e tentativa de suicídio

Em depoimento a programa da BBC, James Rhodes opina que "a busca pela felicidade parece nobre, mas fundamentalmente falha" e que as redes sociais não estão ajudando nisso.

14 jan 2018 

A busca pela felicidade está nos tornando infelizes e as redes sociais não estão ajudando.
Para pianista, a felicidade "é, simplesmente, um estado de ser, que é fluido, passageiro e às vezes inatingível" | Foto: Reprodução HARDtalk/BBC
Para pianista, a felicidade "é, simplesmente, um estado de ser, que é fluido, passageiro e às vezes inatingível" | Foto: Reprodução HARDtalk/BBC
Foto: BBCBrasil.com
A opinião é do pianista James Rhodes, que sobreviveu a anos de abuso sexual na infância seguidos de tentativas de suicídio.
"Não somos destinados a ser felizes o tempo inteiro", diz ele no quadro opinativo Viewsnight, do programa da BBC Newsnight, afirmando que a busca pela felicidade a todo custo está nos tornando infelizes.
Na visão do pianista, "a busca pela felicidade parece nobre, mas é fundamentalmente falha".
Ele considera que "a felicidade não é algo a se perseguir mais do que a tristeza, a raiva, a esperança ou o amor".
A felicidade "é, simplesmente, um estado de ser, que é fluido, passageiro e às vezes inatingível".
Negar a existência de outros sentimentos, nem sempre considerados positivos, afirma, não é o melhor caminho.
"As selfies cuidadosamente escolhidas postadas no Instagram" e outros aspectos vistos nas redes sociais, segundo o pianista, "não estão ajudando"
"As selfies cuidadosamente escolhidas postadas no Instagram" e outros aspectos vistos nas redes sociais, segundo o pianista, "não estão ajudando"
Foto: Getty Images / BBCBrasil.com

Redes sociais

Rhodes observa que estamos em uma era de ritmo sem precedentes no dia a dia e que "nossa mentalidade 'sempre ligada' criou um ambiente impraticável e insustentável".
"Estamos em apuros", diz ele. "E as selfies cuidadosamente escolhidas postadas no Instagram; a perfeição física espalhada por todas as mídias -inalcançável e extremamente 'photoshopada' - e o anonimato das redes sociais, onde descarregamos nossa ira, não estão ajudando".
Especialistas já alertam que o uso de redes sociais pode causar ou agravar doenças mentais, como depressão.
O pianista defende que esse tipo de doença - com o qual sofre há 20 anos - seja urgentemente repensado e também classificado, enquanto expressão, como simplesmente "condição humana" e não mais como doençal mental.
Rhodes chama a atenção para os diferentes tipos de sentimento que permeiam a vida e nem todos têm a ver com satisfação ou alegrias
Rhodes chama a atenção para os diferentes tipos de sentimento que permeiam a vida e nem todos têm a ver com satisfação ou alegrias
Foto: Getty Images / BBCBrasil.com

"Sentimentos desafiadores"

Rhodes chama a atenção para os diferentes tipos de sentimento que permeiam a vida e nem todos têm a ver com satisfação ou alegrias. Há também o outro lado.
"Todos nos sentimos alternadamente ansiosos, para baixo, tranquilos, aflitos, contentes. Ocasionalmente, alguns de nós podemos nos perder no continuum em direção a depressão, ao transtorno de estresse pós-traumático e a pensamentos suicidas", diz.
Mas pondera: "Só porque não estamos felizes não significa que estamos infelizes".
Para o pianista, assim é a complexidade da vida: "repleta de sentimentos e situações tumultuados, desafiadores e difíceis".
"Negá-los, resistir a eles, se desculpar por eles ou fingir que não existem é contra-intuitivo e contraproducente".
Foi justamente o caminho contrário, o do reconhecimento de que "coisas ruins também acontecem" e de que é preciso falar sobre elas que ele decidiu trilhar há alguns anos - quando resolveu contar em livro episódios de abusos sexuais e outros problemas que enfrentou ao longo da vida.
James Rhodes: Para ele, negar sentimentos e situações tumultuados, desafiadores e difíceis é contraproducente | Foto: Reprodução HARDtalk/BBC
James Rhodes: Para ele, negar sentimentos e situações tumultuados, desafiadores e difíceis é contraproducente | Foto: Reprodução HARDtalk/BBC
Foto: BBCBrasil.com

Abusos

Rhodes foi vítima de abusos sexuais cometidos por um professor quando tinha entre 6 e 10 anos de idade.
Ele detalhou a história 30 anos depois no livro "A Memoir of Madness, Medication and Music" , publicado em 2015 e traduzido para o português como "Instrumental: memórias de música, medicação e loucura" .
Antes, no entanto, enfrentou 14 meses de batalha judicial com a ex-mulher, que tentava impedir a publicação argumentando que o livro - que relata não apenas os abusos como também os problemas psiquiátricos que se seguiram - poderia traumatizar o filho do casal, na época com 12 anos de idade.
Entre os famosos que apoiaram o pianista na época estava o ator e amigo de infância Benedict Cumberbatch, intérprete do detetive Sherlock Holmes, na série Sherlock, da BBC, e indicado ao Oscar pelo filme "O Jogo da Imitação".
O livro de Rhodes detalha que o pianista foi estuprado repetidas vezes por seu professor de educação física e boxe em uma escola particular de elite em Londres.
A isso seguiram-se anos de uso de drogas e álcool, comportamentos autodestrutivos, tentativas de suicídio e uma temporada de internação em um hospital psiquiátrico.
Uma reviravolta em sua vida só ocorreu quando ele, que havia deixado de tocar havia dez anos, procurou um dos maiores agentes do mundo para propor uma parceria.
O pianista James Rhodes sofreu abusos e sobreviveu a tentativas de suicídio. Sua vida teria mudado a partir da música | Foto: Reprodução HARDtalk/BBC
O pianista James Rhodes sofreu abusos e sobreviveu a tentativas de suicídio. Sua vida teria mudado a partir da música | Foto: Reprodução HARDtalk/BBC
Foto: BBCBrasil.com

Salvo pela música

O agente ficou fascinado ao ouvi-lo tocar e decidiu que não se tornaria seu sócio, mas que faria com que voltasse para a música.
Rhodes voltou então a ter aulas, com um dos mais reconhecidos professores da Itália, e acabou mudando de vida. Foi salvo pelo piano.
Já conhecido no cenário musical, ele denunciou o homem que aponta como autor dos abusos, identificado como Peter Lee. À época da denúncia, o suspeito dava aulas de boxe para crianças de dez anos.
Ele tinha cerca de 70 anos quando foi preso e indiciado por abuso sexual. Morreu, no entanto, antes de ser julgado.
"Há períodos em que eu me desprezo, em que eu quero me machucar, em que eu quero morrer. E há períodos em que eu me sinto bem no mundo e todas essas coisas são naturais para mim", diz Rhodes no Viewsnight, da BBC, ao abordar a questão da busca pela felicidade. Ele sugere: "Talvez nós possamos focar em celebrar nossa bagunça individual e, ao fazer isso, nos unir de uma maneira mais honesta".

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

A desigualdade na China

A China é, reconhecidamente, um dos países que mais retirou pessoas da linha de pobreza nas últimas décadas. Foram 700 milhões de pessoas desde as reformas e a abertura da década de 1970 até 2016, conforme o Escritório de Redução da Pobreza e Desenvolvimento do Conselho de Estado. São quase três Brasis. Mas, em paralelo, aconteceram também as diferenças entre ricos e pobres, hoje gritantes, e que se acentuaram. Segundo relatório recente do projeto World Wealth and Income Database (WID, banco de dados coordenado, entre outros, pelo economista francês Thomas Piketty), a fatia da riqueza nacional detida pelo 1% mais rico dos chineses dobrou, em 20 anos, de 15% da renda nacional, em 1995, para 30% em 2015.
Affonso Ritter.

A desigualdade na China A China é, reconhecidamente, um dos países que mais retirou pessoas da linha de pobreza nas últimas décadas. Foram 700 milhões de pessoas desde as reformas e a abertura da década de 1970 até 2016, conforme o Escritório de Redução da Pobreza e Desenvolvimento do Conselho de Estado. São quase três Brasis. Mas, em paralelo, aconteceram também as diferenças entre ricos e pobres, hoje gritantes, e que se acentuaram. Segundo relatório recente do projeto World Wealth and Income Database (WID, banco de dados coordenado, entre outros, pelo economista francês Thomas Piketty), a fatia da riqueza nacional detida pelo 1% mais rico dos chineses dobrou, em 20 anos, de 15% da renda nacional, em 1995, para 30% em 2015. - Jornal do Comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/01/colunas/observador/605763-a-desigualdade-na-china.html)
A desigualdade na China A China é, reconhecidamente, um dos países que mais retirou pessoas da linha de pobreza nas últimas décadas. Foram 700 milhões de pessoas desde as reformas e a abertura da década de 1970 até 2016, conforme o Escritório de Redução da Pobreza e Desenvolvimento do Conselho de Estado. São quase três Brasis. Mas, em paralelo, aconteceram também as diferenças entre ricos e pobres, hoje gritantes, e que se acentuaram. Segundo relatório recente do projeto World Wealth and Income Database (WID, banco de dados coordenado, entre outros, pelo economista francês Thomas Piketty), a fatia da riqueza nacional detida pelo 1% mais rico dos chineses dobrou, em 20 anos, de 15% da renda nacional, em 1995, para 30% em 2015. - Jornal do Comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/01/colunas/observador/605763-a-desigualdade-na-china.html)

sábado, 6 de janeiro de 2018

COMPOSIÇÃO 34

PELO REINO DA FANTASIA


Fantasiei-me de Batman
Mas faltou ao homem-morcego
Uma certa dose de chamego
Uma certa dose de chamego

Fantasiei-me de Pateta
Mas estava muito magro, de dieta
E nem se lembrava mais da passagem secreta
Da passagem secreta

Enamorei-me pelo reino da fantasia
Mas apenas por um dia
Para ver como seria
Um festival de amena bizarria
(Refrão)

Fantasiei-me de Salsicha
Mas estava meio estranho
Mais com jeito de bicha
Meio fora do rebanho

Fantasiei-me de Zé Colmeia
Mas logo de estreia
Parecia alguém com diarreia
Sem qualquer epopeia

Enamorei-me pelo reino da fantasia
Mas apenas por um dia
Para ver como seria
Um festival de amena bizarria
(Refrão)

Fantasiei-me de Patolino
Mas estava mais parecendo com o Virgulino
O famoso Lampião
Que liderou uma legião no sertão

Fantasiei-me de Super-homem
Mas parecia mais o Lobisomem
Mais com cara de lobo do que de homem
Do que de homem


Enamorei-me pelo reino da fantasia
Mas apenas por um dia
Para ver como seria
Um festival de amena bizarria
(Refrão)

Fantasiei-me de Pica-pau
Mas parecia mais o ursinho Blau-blau
E na maior cara-de-pau
Cara-de-pau

Fantasiei-me de Homem-aranha
Mas fiquei com a pecha de homem que de mulher apanha
Ao dar um beijo roubado na mulher maravilha
Que tem um baita sangue que fervilha

Enamorei-me pelo reino da fantasia
Mas apenas por um dia
Para ver como seria
Um festival de amena bizarria
(Refrão)

Fantasiei-me de Drácula
Mas fiquei com a mácula
De aproveitador de pescoço de mulher
Coisa que ninguém quer

Fantasiei-me de Pirata
Mas era tão pobre
Que não tinha uma única moeda de prata
E muito menos de cobre

Enamorei-me pelo reino da fantasia
Mas apenas por um dia
Para ver como seria
Um festival de amena bizarria
(Refrão)

Fantasiei-me de a Fera
Mas era tão feio
Que espantei toda a galera
Assim eu sacaneio!

Fantasiei-me de Capitão América
Mas parecia mais uma moleca histérica
E também disentérica
Éh, disentérica!


Fantasiei-me de Batman
Mas faltou ao homem-morcego
Uma certa dose de chamego
Uma certa dose de chamego

Fantasiei-me de Pateta
Mas estava muito magro, de dieta
E nem se lembrava mais da passagem secreta
Da passagem secreta

Enamorei-me pelo reino da fantasia
Mas apenas por um dia
Para ver como seria
Um festival de amena bizarria
(Refrão)

Fantasiei-me de Salsicha
Mas estava meio estranho
Mais com jeito de bicha
Meio fora do rebanho

Fantasiei-me de Zé Colmeia
Mas logo de estreia
Parecia alguém com diarreia
Sem qualquer epopeia

Enamorei-me pelo reino da fantasia
Mas apenas por um dia
Para ver como seria
Um festival de amena bizarria
(Refrão)

Fantasiei-me de Patolino
Mas estava mais parecendo com o Virgulino
O famoso Lampião
Que liderou uma legião no sertão

Fantasiei-me de Super-homem
Mas parecia mais o Lobisomem
Mais com cara de lobo do que de homem
Do que de homem


Enamorei-me pelo reino da fantasia
Mas apenas por um dia
Para ver como seria
Um festival de amena bizarria
(Refrão)

Fantasiei-me de Pica-pau
Mas parecia mais o ursinho Blau-blau
E na maior cara-de-pau
Cara-de-pau

Fantasiei-me de Homem-aranha
Mas fiquei com a pecha de homem que de mulher apanha
Ao dar um beijo roubado na mulher maravilha
Que tem um baita sangue que fervilha



Enamorei-me pelo reino da fantasia
Mas apenas por um dia
Para ver como seria
Um festival de amena bizarria
(Refrão)

Fantasiei-me de Drácula
Mas fiquei com a mácula
De aproveitador de pescoço de mulher
Coisa que ninguém quer

Fantasiei-me de Pirata
Mas era tão pobre
Que não tinha uma única moeda de prata
E muito menos de cobre

Enamorei-me pelo reino da fantasia
Mas apenas por um dia
Para ver como seria
Um festival de amena bizarria
(Refrão)

Fantasiei-me de a Fera
Mas era tão feio
Que espantei toda a galera
Assim eu sacaneio!

Fantasiei-me de Capitão América
Mas parecia mais uma moleca histérica
E também disentérica
Éh, disentérica!

Enamorei-me pelo reino da fantasia
Mas apenas por um dia
Para ver como seria
Um festival de amena bizarria
(Refrão)

Fantasiei-me de Mônica
Mas não tinha o gás de água tônica
De água tônica

Fantasiei-me de Cascão
Mas deixei cair o cuecão
Ah, não, que papelão!
Que chamava muito a atenção

Fantasiei-me de Cebolinha
Mas estava muito galinha
Traçava tudo o que vinha
Até vadiazinha

Enamorei-me pelo reino da fantasia
Mas apenas por um dia
Para ver como seria
Um festival de amena bizarria
(Refrão)

Mas, enfim, acho que não gostei, não
Prefiro uma realidade dura
Do que a fantasia e o alarde de uma sala escura
Repleta de ilusão
(Refrão final)

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Ainda é pouco: 'Maior projeto de reflorestamento da história' recupera menos de 5% do desmatamento anual na Amazônia

Área degradada é estimada em 4 milhões de hectares, o que, segundo especialistas, supera em muito a recuperação de 30 mil hectares com plantio de 73 milhões de árvores até 2023, prevista no projeto.

5 jan 2018

Uma área de pelo menos 4 milhões de hectares, equivalente ao tamanho da Suíça ou a 4 milhões de campos de futebol, foi destruída na Amazônia nas últimas décadas e essa degradação, segundo especialistas, criou um abismo difícil de ser reduzido até mesmo parcialmente - como pretende fazer um projeto alardeado como "incrivelmente audacioso" e "o maior da história" nesse campo.
Vista aérea da Amazônia, no Brasil: Destruíção de áreas na floresta é apontada como "alarmante", mesmo com ritmo reduzido
Vista aérea da Amazônia, no Brasil: Destruíção de áreas na floresta é apontada como "alarmante", mesmo com ritmo reduzido
Foto: Getty Images / BBCBrasil.com
A iniciativa, anunciada na abertura do festival de música Rock in Rio, em setembro, quer recuperar 30 mil hectares e devolver 73 milhões de árvores à floresta brasileira até 2023. A previsão é de que as ações sejam intensificadas em 2018.
A perspectiva significa, na prática, recompor 4,52% do que foi desmatado somente entre agosto de 2016 e julho de 2017 (6.624 quilômetros quadrados, mais de 600 mil hectares) e resolver 0,75% do desmatamento total acumulado que atinge uma área de pelo menos 4 milhões de hectares.
"Apesar de ser sempre louvável que algo seja feito, ao invés da inação, o projeto é completamente insuficiente para compensar, minimamente, o que é destruído", diz o pesquisador senior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Antonio Donato Nobre.
Rodrigo Medeiros, da Conservation International: Articulação de parceiros é vantagem em projeto na floresta | Foto: Flavio Forner/Conservação Internacional
Rodrigo Medeiros, da Conservation International: Articulação de parceiros é vantagem em projeto na floresta | Foto: Flavio Forner/Conservação Internacional
Foto: BBCBrasil.com

"Muvuca"

O projeto prevê a utilização de uma técnica de semeadura chamada "muvuca", uma mistura de sementes espalhada na terra para tentar chegar o mais próximo possível ao comportamento da floresta.
O custo médio por hectare chega a ser 3 a 4 vezes menor do que os métodos mais tradicionais, como o plantio de mudas, diz Rodrigo Medeiros, da CI-Brasil. "Além da escala, o que torna o custo menor é o mix de técnicas que serão utilizadas, que vai desde a semeadura direta de sementes até a condução de regeneração natural", acrescenta.
Na maioria das áreas a mistura é semeada com a ajuda de máquinas. Nas menos extensas, é feita manualmente.
"Por meio dessa técnica, cada uma das espécies vai cumprindo uma função dentro do ecossistema, que vai desde ajudar a enriquecer o solo, até trazer mais diversidade, propiciar condições para que os dispersores de sementes (pássaros, insetos, répteis e mamíferos), possam entrar nessa área e o princípio básico é: tentar imitar a dinâmica da floresta. Imitar como ela faria por conta própria", descreve Junqueira, do Instituto Socioambiental.
Segundo ele, será possível ver que as sementes viraram floresta - ou caminham para isso - depois de três anos, quando as árvores estarão com um porte mais avantajado. Em 10 anos, estima, será possível identificar as espécies que predominam.

"Parte da solução"

Lançadas oficialmente à terra em novembro de 2016, as primeiras sementes da iniciativa começam a brotar na bacia do rio Xingu, onde 122,6 mil hectares de florestas foram desmatadas entre agosto de 2016 e julho de 2017.
Agora, 2 milhões de árvores estão sendo restauradas em uma área de 800 hectares.
"Hoje sabemos que no mínimo 4 milhões de hectares de florestas foram destruídos na Amazônia de maneira ilegal e desnecessária nas últimas décadas e precisam ser restaurados", diz Rodrigo Medeiros, vice-presidente da Conservation International para o Brasil (CI-Brasil), uma das entidades que conduzem o projeto. "Queremos ser parte dessa solução".
O reflorestamento é feito em parceria com o braço ambiental do Rock in Rio, o Ministério do Meio Ambiente, o Instituto Socioambiental e o Banco Mundial. A restauração de cada hectare envolve, em média, cerca de 2 mil pessoas, em atividades que incluem coleta e beneficiamento de sementes, preparação das áreas, semeadura e monitoramento.

Articulação

"A maioria das experiências anteriores de restauração registradas na Amazônia não alcançam 30 mil hectares, sem contar com o fato de que eram iniciativas singulares, sem a articulação que estamos promovendo agora", diz Medeiros.
Quando oficialmente anunciada, em setembro de 2017, o CEO da Conservation, M. Sanjayan, descreveu a iniciativa como "incrivelmente audaciosa".
A declaração foi propagada por diversos veículos nacionais e internacionais, e acrescentava: "Juntamente com uma aliança de parceiros, estamos realizando o maior projeto de restauração de florestas tropicais no mundo, reduzindo o custo de restauração no processo".
E a ideia, segundo o vice-presidente da Conservation no Brasil, é agregar mais parceiros e recursos para ampliar as ações.
"Temos um horizonte de 6 anos com recursos garantidos, mas não podemos esquecer que a meta assumida pelo Brasil no Acordo de Paris, com restauração, vai até 2030. Então, temos muito trabalho pela frente".
Árvore na Amazônia: Segundo especialista, "para que recuperação de florestas tenha chance de fazer frente às mudanças climáticas", passivo do desmatamento deve ser eliminado
Árvore na Amazônia: Segundo especialista, "para que recuperação de florestas tenha chance de fazer frente às mudanças climáticas", passivo do desmatamento deve ser eliminado
Foto: Getty Images / BBCBrasil.com

Acordo

O acordo de Paris, que ele cita, é um compromisso mundial para reduzir a emissão de gases que causam mudanças no clima.
Por meio desse acordo, o Brasil quer restaurar 12 milhões de hectares de vegetação, até 2030 - número que corresponde a 60% dos 20 milhões de hectares estimados como passivo, ou tamanho do problema gerado pelo desmatamento em todo o território nacional. E isso vai além da Amazônia.
Medeiros considera que o objetivo do projeto que conduz é "grande" se comparado à escala do que foi feito anteriormente, mas admite que "pode parecer pequeno" se considerada "a escala do compromisso assumido pelo Brasil".
Embora não zere o passivo que existe, a expectativa é que os 30 mil hectares da iniciativa se somem a outros para que os 12 milhões pretendidos como parte do Acordo sejam atingidos.
A meta brasileira é chegar ao ano 2025 com emissões de gases 37% menores que em 2005 e alcançar 43% de queda em 2030.
Para isso, além de estimular o replantio e a restauração da vegetação, o governo se comprometeu a aumentar a participação de bioenergia sustentável na matriz energética para aproximadamente 18% e a alcançar uma participação estimada de 45% de energias renováveis na composição da matriz.
Hoje, energia eólica, energia solar e biomassa, que integram a lista das fontes renováveis, representam uma fatia somada de 16,75% da potência instalada, de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Antonio Donato Nobre, pesquisador senior do INPE, alerta para a necessidade de soluções na Amazônia | Foto: Cedida / Inpe
Antonio Donato Nobre, pesquisador senior do INPE, alerta para a necessidade de soluções na Amazônia | Foto: Cedida / Inpe
Foto: BBCBrasil.com

País teria que plantar 2 mil árvores por minuto

Mesmo que do ponto de vista do reflorestamento não seja o único caminho vislumbrado para o cumprimento desse acordo, o projeto da Conservation International é usado como base por especialistas para mostrar o longo caminho que o país tem a percorrer.
De acordo com Antonio Donato Nobre, do INPE, as 73 milhões de árvores previstas no projeto "representam apenas 25 dias de destruição pelo ritmo médio do desmatamento nos últimos 40 anos" e, se plantadas em um ano, corresponderiam a algo em torno de 13% do requerido para repor o que foi destruído no mesmo período.
O cálculo considera a perda provocada por corte raso, que é a eliminação da vegetação, normalmente para dar lugar a pastos ou plantações.
"Para plantar um número de árvores equivalente ao que foi destruído seria necessário, em um ano, plantar por volta de um bilhão de árvores ou 2 mil por minuto", estima. Pelo projeto, entretanto, seriam cerca de 14,16 milhões de árvores por ano, até 2023.
Segundo o pesquisador, "para que a recuperação de florestas na Amazônia tenha qualquer chance de fazer frente às mudanças climáticas locais e regionais - decorrentes do próprio desmatamento - é preciso que o passivo de desmatamento seja eliminado.
"A não recuperação desse passivo continuará a permitir a degradação de florestas devido à mudança climática em curso (mortalidade por secas sucessivas e degradação por fogo), e esta degradação comprometerá - e já está comprometendo - o compromisso mínimo do Brasil no acordo de Paris".
Rodolfo Coelho Prates, pesquisador: "Direitos de propriedade e outras questões influenciam degradação na Amazônia" | Foto: Cedida
Rodolfo Coelho Prates, pesquisador: "Direitos de propriedade e outras questões influenciam degradação na Amazônia" | Foto: Cedida
Foto: BBCBrasil.com

Área maior que a Paraíba estaria em risco

Em um cenário em que a marcha pró-recuperação da floresta mede forças - em posição de desvantagem - com uma escala enorme de desmatamento, a realidade descrita por pesquisadores é avaliada como "alarmante". E a tendência preocupa.
"Se houver um comportamento futuro igual ao do passado, significa que, entre 2023 e 2030 (anos considerados marcos para o projeto da Conservation International e para o Acordo de Paris), teremos um desmatamento de 65 mil a 75 mil quilômetros quadrados, uma área bastante superior a todo território da Paraíba e mais de 3 vezes o território de Sergipe", diz o doutor em economia, professor visitante do Middlebury College (EUA) e pesquisador da Universidade Federal do Paraná, com trabalhos sobre a Amazônia, Rodolfo Coelho Prates.
O cálculo toma por base uma média de desmatamento de 11 mil quilômetros quadrados por ano, ou de 1 milhão e 100 mil hectares, que ele diz ter sido alcançada nos últimos 15 anos.
Só no período de agosto de 2016 a julho de 2017, dados do INPE mostram que a taxa atingiu 6.624 quilômetros quadrados de corte raso.
O resultado indica uma diminuição de 16% em relação a 2016, quando ficou em 7.893 quilômetros quadrados, e de 76% ante a taxa registrada em 2004, quando o Governo Federal lançou o Plano para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm).
Nobre, do INPE, afirma que não há, porém, o que comemorar. "Há que se confrontar o passivo", diz, avaliando a degradação de florestas como "catastrófica".
Muvuca, como é chamada a mistura de sementes de diferentes espécies para recuperação ambiental de áreas degradadas | Foto: Rogério Assis/ISA
Muvuca, como é chamada a mistura de sementes de diferentes espécies para recuperação ambiental de áreas degradadas | Foto: Rogério Assis/ISA
Foto: BBCBrasil.com

Cabeceira dos rios

Pará, Mato Grosso, Rondônia e Acre estão entre os Estados onde o problema é mais crítico. Estão também entre os alvos prioritários no projeto que a Conservation International desenvolve na floresta, com parceiros.
O projeto abrange áreas nas cabeceiras e ao longo dos rios considerados essenciais para manter a regularidade hídrica na região.
O ponto de partida das ações foi a bacia do rio Xingu, onde o plantio começou em novembro de 2016 e se estendeu até 2017, na porção da bacia situada no Mato Grosso.
O plantio chegou a 1,5 milhão de árvores, com sementes colhidas e beneficiadas por índios e agricultores familiares, diz Rodrigo Junqueira, coordenador do programa Xingu - do Instituto Socioambiental (ISA) - e conselheiro da Associação Rede de Sementes do Xingu, que forneceu as sementes usadas nessa etapa do projeto.
Semente de espécie nativa da Amazônia: Diversidade é uma das características em reflorestamento que está em curso na área | Foto: Tui Anandi/ISA
Semente de espécie nativa da Amazônia: Diversidade é uma das características em reflorestamento que está em curso na área | Foto: Tui Anandi/ISA
Foto: BBCBrasil.com
Na área, foi utilizada a técnica muvuca de plantio, mais adequada às características locais.
Na lista das que foram plantadas estão, por exemplo, Abóbora, Angelim da Mata, Angico Cuiabano, Jatobá, Ipê Amarelo, Ipê Roxo, Baru, Carvoeiro, Caroba da Mata, Mirindiba, Murici, Guadu, Banana Brava, Oi da Mata, Feijão de Porco e Urucum.
Área em restauração no Mato Grosso: especialistas reconhecem importância de projetos, mas apontam que força do desmatamento é maior | Foto: Eduardo Malta Campos Filho/ISA
Área em restauração no Mato Grosso: especialistas reconhecem importância de projetos, mas apontam que força do desmatamento é maior | Foto: Eduardo Malta Campos Filho/ISA
Foto: BBCBrasil.com

Reflorestamento demandará US$ 10 milhões

Para chegar à área pretendida de 30 mil hectares, o projeto demandará um investimento total de US$ 10 milhões, equivalente a R$ 33 milhões. O custo médio por hectare gira em torno de US$ 3 mil (R$ 9,93 mil).
O custo do primeiro milhão de árvores foi bancado pelo Rock in Rio, com recursos próprios e angariados junto ao público. O segundo milhão será pago pela CI e os demais pelo projeto Paisagens Sustentáveis da Amazônia, iniciativa financiada pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e implementado no Brasil pelo Banco Mundial tendo a CI e o Funbio como executores.
Em 2018, diz Medeiros, serão selecionadas as áreas e organizações que irão trabalhar na restauração dos próximos 28 mil hectares. A escolha será feita nos Estados do Pará, Amazonas, Acre e Rondônia. A expectativa é que os trabalhos em campo comecem no segundo semestre.
"Esse é de fato o início do processo de destravamento dessa agenda no Brasil e esperamos que, dentro dos próximos anos, a área em restauração cresça exponencialmente com várias iniciativas como essa", ressalta o executivo.
Coleta de frutos em área na Amazônia: Sementes para projeto de reflorestamento são colhidas e beneficiadas por índios e agricultores familiares | Foto: Tui Anandi/ISA
Coleta de frutos em área na Amazônia: Sementes para projeto de reflorestamento são colhidas e beneficiadas por índios e agricultores familiares | Foto: Tui Anandi/ISA
Foto: BBCBrasil.com

"Divisor de águas"

Para o governo federal, políticas lançadas em 2017 são "um divisor de águas" do ponto de vista da restauração da vegetação e ações como o projeto da Conservation International não são inexpressivas. Mas há desafios.
Segundo o diretor do Departamento de Florestas e Combate ao Desmatamento do Ministério do Meio Ambiente, Jair Schimitt, a lista inclui fortalecer a cultura de recuperação no país, viabilizar fontes de financiamento e criar - além de dar musculatura - a uma cadeia produtiva, com produção de mudas, coleta de sementes e aperfeiçoamento das técnicas usadas, por meio de pesquisa e desenvolvimento.
Iniciativas nesse sentido são previstas no Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg), lançado em novembro de 2017 como principal instrumento de implementação da Política Nacional para Recuperação da Vegetação Nativa (Proveg), instituída em janeiro.
Tais políticas, diz Schimitt, dão diretrizes e estímulos para que mais ações aconteçam.
"Agora que temos instrumentos políticos robustos queremos induzir a disponibilidade financeira (para projetos na área)", exemplifica o diretor.
Com base em estimativas da academia, ele afirma que seriam necessários R$ 50 bilhões ou mais para recuperar os 12 milhões de hectares previstos no Acordo de Paris. "Mas não quer dizer que o governo tenha que aportar esse recurso. Grande parte desse desmatamento é ilegal e é dever de quem fez isso recuperar o que foi destruído."
Jair Schimitt, do Minsitério do Meio Ambiente: Políticas lançadas em 2017 devem estimular recuperação de florestas | Foto: Gilberto Soares/MMA
Jair Schimitt, do Minsitério do Meio Ambiente: Políticas lançadas em 2017 devem estimular recuperação de florestas | Foto: Gilberto Soares/MMA
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Schimitt estima que os projetos de recuperação no Brasil somem, atualmente, 70 mil hectares. Mas afirma que a lista deverá crescer.
Por meio do "Paisagens Sustentáveis", por exemplo, a pretensão é recuperar 28 mil hectares nos próximos seis anos, o que deverá demandar um aporte de US$ 60 milhões (R$ 198 milhões) junto ao GEF, principal fundo de financiamento ambiental no mundo.
Também foi lançada uma chamada pública da ordem de R$ 200 milhões para recuperação da vegetação na Amazônia. "Espera-se (com isso) de 15 mil a 20 mil hectares ou mais sendo financiados", diz, ressaltando que, "na história do país, recuperar a vegetação nunca esteve em uma agenda prioritária", mas que "o assunto começou a se tornar importante" ao ser posto como compromisso dentro do Acordo de Paris e ao ser objeto de novas políticas.
"Essa iniciativa da Conservation International, se olharmos outras que estão em execução, é bastante robusta, porque promover a recuperação da vegetação nativa não é algo simples e fácil, que vai acontecer da noite para o dia", diz Schimitt. "Então, a exemplo dessa iniciativa, o que a gente quer é fomentar outras dessa natureza ou ainda maiores para que, gradativamente, possamos atingir os resultados almejados".
Árvore derrubada na Amazônia: Desmatamento ameaça o clima e também traz outros riscos, segundo especialistas
Árvore derrubada na Amazônia: Desmatamento ameaça o clima e também traz outros riscos, segundo especialistas
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Por que preservar e reflorestar importa?

Pós-doutor em Ecologia e Gestão da Biodiversidade, Rodrigo Medeiros, da Conservation International, explica que manter a floresta em pé traz benefícios como a regulação do clima do planeta e do ciclo hidrológico - o movimento contínuo da água dos oceanos, continentes (superfície, solo e rocha) e na atmosfera.
"Cada hectare de floresta restaurada funciona como uma espécie de bomba dupla que ao mesmo tempo absorve carbono da atmosfera, reduzindo os efeitos das mudanças climáticas, enquanto bombeia para a atmosfera milhares de litros de água, sob a forma de vapor, essencial para a manutenção do regime hidrológico do continente", explica.
A retirada de árvores contribui para tornar o clima "inóspito", segundo os especialistas, e pode transformar grandes extensões territoriais do Brasil em desertos.
"Devemos lembrar que aproximadamente 60% das chuvas que caem sobre o Sudeste, Sul e Centro Oeste são provenientes da Amazônia. E sem floresta a chuva não alcança tais regiões", diz o pesquisador Rodolfo Coelho Prates.

Zerar

Mas mais importante do que recuperar a vegetação é zerar o desmatamento, reforça o pesquisador. Mas ele opina que o ambiente atual não conspira a favor disso.
"Atualmente, é possível observar que, no ambiente institucional, o setor ruralista enfrenta um momento favorável, que reflete em segurança jurídica e políticas voltadas ao setor. Isso propicia o aumento do desmatamento", afirma.
Ele faz referência, por exemplo, ao "Novo Código Florestal, que anistiou desmatamentos anteriores e flexibilizou restrições, principalmente a área de reserva legal; o perdão de dívidas previdenciárias (Funrural) - o que eleva a capacidade financeira dos produtores potencializando a expansão das atividades e, consequentemente, elevando o desmatamento - e mudanças na legislação trabalhista".
Na visão do especialista, políticas públicas ligadas à questão envolvem ações para coibir o desmatamento ao mesmo tempo em que, de outro lado, o levam a avançar. Como exemplo do que gera a expansão das áreas desmatadas, ele cita o crédito rural e gastos para ampliação do sistema rodoviário que possibilitam, segundo o pesquisador, o avanço e a penetração de atividades econômicas em áreas que não alcançavam.
"Mas o maior problema na Amazônia é em relação aos direitos de propriedade. Pelo fato dos direitos não estarem bem definidos, há um imenso conflito pelas terras e suas riquezas minerais e florestais, envolvendo indígenas, ribeirinhos, madeireiros e grandes produtores rurais", diz, acrescentando que "os dois últimos grupos detêm capital e consequentemente poder econômico e poder político e têm grande interesse no desmatamento".
Prates também analisa que o Planaveg, na sua concepção geral, não tem novidades em relação ao Plano Nacional de Florestas, de 2000, por exemplo. E aponta: "Apenas nesses 17 anos o desmatamento totalizou 452.302 quilômetros quadrados, o que representa uma área superior a todo o território da Suécia". "Portanto, é mais um que se soma a tantos outros planos ineficazes".

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Não erre mais! Descubra as 13 coisas que elas odeiam na hora H

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Sexo oral mal feito, ausência de beijo na boca, excesso de intimidade, falta de pegada, ejaculação precoce e sexo silêncioso estão na lista
Como satisfazer uma mulher na cama? Muitos quebram a cabeça para encontrar essa resposta. Os homens conseguem chegar ao orgasmo de forma mais fácil que as mulheres, mas a relação sexual tem que envolver o prazer mútuo. Por isso, o parceiro precisa se esforçar para esquentar o clima na hora H.
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Veja o que as mulheres odeiam que o homem faça (ou não faça) durante o sexo

O problema é que as mulheres têm necessidades diferentes do homem, tornando difícil saber como agradá-las na hora H . Para te ajudar a surpreender a parceira, veja quais são as 13 coisas que elas odeiam no sexo.
1. Rotina
A palavra “rotina” geralmente é associada a relacionamentos longos , mas isso é um engano. Tem casais de namorados que entram na rotina sexual em poucos meses de namoro. “É sempre a mesma coisa: jantar, cinema, sexo e dormir. Isso todo final de semana não dá! Bora aquecer os lençóis com novos ambientes, posições e brinquedos eróticos”, afirma a coach em relacionamento Cátia Damasceno.
2. Sexo oral feminino
Uma das grandes reclamações do público feminino envolve o sexo oral , pois muitos homens não sabem como fazer. “Tem várias coisas que as mulheres odeiam no sexo oral, mas a que está no topo é a ‘lambida de vaca’, que é quando o homem lambe toda a extensão da vulva como se estivesse lambendo um picolé”, explica a especialista.
A coach em relacionamentos alerta que o homem também deve evitar o “sexo oral furadeira”, aquele que o cara quer “perfurar” a mulher com a língua. Esse é um problema tão comum que existem até aplicativos que ensinam o homem a fazer essa prática oral.
3. Não feche os olhos
É importante sempre manter o contato visual com a parceira. Como ressalta Cátia, a mulher é mais sentimental e gosta de trocar olhares durante o sexo, pois assim se sente mais envolvida. “Observe quais movimentos e intensidade estão agradando mais através das caras e bocas. Isso com certeza vão ser muito excitante para ela e também para você”, acrescenta Cátia.
4. Don´t stop
Não pense apenas no próprio prazer, é muito broxante para a mulher quando ela está prestes a gozar e o cara simplesmente para com sexo porque já está se sentindo satisfeito. “Uma dica é colocar o dedo dentro da boca da parceira e pedir para ela chupar exatamente como quer que você faça na penetração”, indica a especialista.
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Pensar apenas no próprio prazer é um dos grandes problemas

5. Muitos pelos
A parceira pode estar evitando o sexo oral porque não gosta de muitos pelos. “Atualmente a maioria das mulheres prefere os depilados . Muitas reclamam que o parceiro está com a região íntima muito peluda e mal higienizada”, conta Cátia.
6. Ligeirinho
Muitos homens sofrem de ejaculação precoce . Esse problema tem solução, mas tem marmanjo que se recusa a buscar ajuda, afetando o relacionamento e o sexo. “Procurem um especialista. Existem exercícios de pompoarismo que ajudam a evitar a temida ejaculação precoce”, fala a coach em relacionamento.
7. Devagar, devagarinho
Enquanto uns são rápidos demais, outros pecam pela demora. “Não é porque está penetrando a mulher há 40 ou 50 minutos que está arrasando no sexo. A mulher quer um sexo intenso e não horas e mais horas de transa”, alerta Cátia.
8. Homem inseguro
Nada de ficar perguntando o tempo todo se ela está gostando, isso deixa a parceira desconcertada e a faz perder a vontade de continuar a relação. A especialista explica que indagações do tipo “está gostando?” e “vai gozar?” é algo forçado e não dão tesão.
9. Excesso de intimidade
“Todo casal depois que está há certo tempo junto acaba criando muita liberdade. Porém é preciso respeitar a privacidade de cada um”, diz a coach. Tente fazer coisas mais íntimas, como ir ao banheiro, quando estiver sozinho.
10. Sem beijo não dá
Quem disse que beijo na boca não é uma preliminar? Cátia fala que as mulheres gostam de beijar de língua , então aposte em naqueles de tirar o fôlego, porque fazem relembrar os primeiros encontros.
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O beijo é uma das preliminares favoritas das mulheres

11. Pega aqui, meu bem!
“Muitas vezes os homens esquecem que os seios devem ser estimulados durante o sexo. Beijar, lamber, apertar, pode e deve ser feito”, afirma a especialista. Porém tenha cuidado, em alguns períodos, os seios das mulheres ficam mais sensíveis devido à menstruação.
12. Sexo em silêncio
Coloque para fora o que está sentindo, gemer durante o sexo é um sinal de que está gostando. “A mulher também quer saber se o homem está envolvido, com tesão. É interessante ir colocando palavras, gemidos, insinuações durante a relação. Usem a imaginação”, aconselha Cátia.
13. Não se esqueça do botãozinho
Não deixe de estimular o clitóris da mulher na hora H. “Ao contrário do que os homens pensam, o clitóris não é só o que vemos. Tem a pontinha externa, mas também tem uma extensão interna com mais de 8 mil terminações nervosas”, explica a especialista. A dica é explorar esta região com movimentos circulares, podendo ser com os dedos ou com a língua.